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Lino Inácio
Localidade de Selin em Ibirama receberá projeto-piloto de estímulo ao turismo rural
Geral | 12/07/2019 08:14 | Assessoria de Comunicação - Prefeitura de Ibirama | Fotos:

“O turista quer ter conhecimento, saber o que o interior pode oferecer, hoje o turismo precisa encantar o turista”. As palavras são do diretor de Turismo de Ibirama, Norberto Weinrich, o Neco, durante evento de apresentação do projeto Caminhos do Campo, realizado na última terça-feira, 9, no Salão de Atiradores Rio Selin, na localidade de Selin, em Ibirama.

A proposta, inovadora no município, foi construída pela Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi) e tem como objetivo estimular o desenvolvimento de atividades turísticas no meio rural e agregar valor a produtos e serviços ofertados nas diversas propriedades.

A turismóloga da Amavi, Fabiana Dickmann, explica que a intenção é criar um projeto-piloto em Ibirama, que iniciará pela comunidade de Selin. “Nossa ideia é levar o projeto para toda Ibirama, mas, precisamos ter um modelo, uma referência, para facilitar nosso trabalho de convencimento”, destacou.

E foi por isso, que os participantes da reunião, puderam acompanhar depoimentos de empreendedores do ramo do turismo da cidade vizinha, Presidente Getúlio, onde o projeto Caminhos do Campo foi implementado.

O diretor de Turismo da Prefeitura de Presidente Getúlio, Amadeu Gonçalves, citou o exemplo de uma propriedade rural, mantida pela agricultura familiar e produção de leite, onde os proprietários conseguiram agregar valor aos seus produtos e, consequentemente, ampliar o lucro na comercialização. “Hoje, esta família vende o que resta do produto para empresas que industrializam o leite, pois grande parte é usado na produção de queijos e derivados, produtos com valor agregado que acabam ampliando a geração de renda”, destacou.

 Para participar do projeto, o proprietário não precisa realizar investimentos significativos, mas, implementar adequações simples, conforme regras estipuladas por uma cartilha de orientações direcionada aos interessados.

Segundo Fabiana, as principais adequações são relacionadas às normas de Vigilância Sanitária, que exigem adequações relativas aos sanitários e espaços de manipulação e comercialização de produtos alimentícios. “São regras específicas para o Projeto Caminhos do Campo, geralmente, são questões organizacionais, muito pontuais, que não exigem grandes investimentos”, destacou a turismóloga.

A inclusão no projeto também exige placa de identificação, conforme modelo estabelecido e selo do programa, colado em local visível, que identifica a qualidade do estabelecimento e dos serviços prestados.

 
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