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Médico de Timbó teve parte do corpo carbonizado, crime foi latrocínio, e não tem relação com drogas ou queima de arquivo.
Policial | 25/06/2018 08:32 | valedoitajainoticias.com.br | Fotos: Judson Lima

O médico Cleonildo Aldeman de Oliveira de 64 anos, foi morto por asfixia, apontou laudo do Instituto Médico Legal, a vítima foi atraída por uma mulher de nome Adriana Muniz até uma residência no bairro Padre Martinho Stein, onde dois elementos aguardavam a vítima e lá ocorreu o crime que teve autoria dessas três pessoas, outros dois participaram da ação delituosa, o crime foi latrocínio e não tem relação com drogas ou queima de arquivo, informou o delegado responsável pelo inquérito, Raphael Werling de Oliveira.

O bando roubou R$ 350 reais da vítima, depois de matar Cleonildo, eles levaram o cadáver no próprio carro dele, uma Land Rover até a área do Morro Azul, lá jogaram gasolina e incendiaram parcialmente o cadáver e arremessaram o corpo numa ribanceira e depois largaram o veículo no Complexo Esportivo, onde foi localizado posteriormente.

Dois suspeitos do crime foram presos em Timbó, à mulher que atraiu a vítima, estava em fuga na cidade de Guabiruba e um comparsa foi preso em Piçarras, outro elemento, que teve participação na barbárie já foi identificado.

A Polícia Civil iniciou as investigações no momento em que foi encontrado vestígio na Land Rover localizada no último final de semana e a linha de investigação ganhou robustez com a prisão de um dos autores do crime, que é namorado da mulher que atraiu o médico para a morte, ele foi detido pela Policia Militar numa abordagem na última quinta-feira (21) em Timbó.

Foi esse criminoso quem indicou o local onde estaria o corpo, lá a Polícia Civil acionou os Bombeiros Militares com o cão farejador e encontrou o cadáver.

Para o Delegado Raphael Werling de Oliveira não existe dúvida que o crime bárbaro foi premeditado. Todos os quatro elementos estão presos temporariamente por 30 dias para a finalização do inquérito, o quinto suspeito ainda está foragido.

Como o crime é patrimonial, os acusados serão julgados por juiz singular e não por júri popular.

 
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